Existe uma pergunta que separa as plataformas de sorteio em dois mundos: quando o organizador paga?
O mundo da taxa antecipada
Em plataformas como Rifa 321 e Rifei, o fluxo é assim: você monta a campanha, o sistema calcula quanto ela arrecadaria se vendesse todas as cotas, aplica um percentual sobre esse total estimado — e cobra antes de liberar a publicação.
Na prática:
- Você desembolsa dinheiro do próprio bolso sem ter vendido uma única cota;
- Se a campanha vender 50%, a taxa não diminui — foi calculada sobre 100%;
- Se a campanha não performar, o prejuízo é duplo: pouca venda E taxa cheia paga.
O mundo pós-pago (o nosso)
No Sistema Fortune, o fluxo é o inverso:
- Lance a ação sem pagar nada — nenhuma taxa de lançamento, nenhum valor antecipado;
- Venda e fature — cada PIX cai direto na sua conta, com baixa automática;
- Pague depois, só sobre o que vendeu: 0,99% sobre as transações confirmadas automaticamente, cobrado no fechamento do período.
Vendeu metade? Pagou taxa sobre metade. Não vendeu? Não pagou. É o alinhamento mais honesto possível: a plataforma só ganha quando você ganha.
A conta na ponta do lápis
Campanha de 100 mil cotas a R$ 1, vendendo 60%:
| Taxa antecipada (4% da estimativa) | Fortune (0,99% pós-pago) | |
|---|---|---|
| Base de cálculo | R$ 100.000 (estimado) | R$ 60.000 (vendido) |
| Valor da taxa | R$ 4.000 | R$ 594 |
| Quando paga | Antes de vender qualquer cota | Depois de faturar |
| Se vender só 30% | R$ 4.000 do mesmo jeito | R$ 297 |
E sem pegadinhas nas bordas: sem ágio sobre a tarifa do seu banco (que pode ser zero, via Sicoob), sem preço diferenciado por volume — de 10 a 10 milhões de cotas — e mensalidade que pode ser ZERO por volume de taxas geradas.
Veja a comparação completa, com fontes, no comparativo de plataformas — ou simule com os números da sua próxima ação no simulador.
